NOVO IMPERIALISMO É BASEADO NA DESINFORMAÇÃO AGÊNCIA DE NOTÍCIAS MONOPOLIZAM DESINFORMAÇÃO GLOBAL
No mundo todo, existem bilhões de jornais, revistas, televisões, emissoras de rádio e sites jornalísticos. Contudo, isto não significa que haja bilhões de depoimentos sobre o que acontece no globo. Na verdade, esta imensa maioria se contenta apenas em reproduzir as versões parcializadas dos fatos propagados em todos os continentes por em média três agências de notícia internacional: a inglesa Reuters (em fusão com a canadense Thompson), a francesa France Press e a americana Associated Press. Além disto, existem alguns conglomerados midiáticos mundiais que também exercem ascensão sobre o que é noticiado no mundo, como os grupos Newscorp (dono do império FOX, de mídias na Europa, no continente americano e de quase toda forma de comunicação em massa na Austrália – propriedade do magnata das comunicações, Rupert Murdock, um amigo íntimo do presidente norte-americano, George Bush Jr.), BBC (estatal a serviço da monarquia britânica) e CNN-Time-Warner-Life-AOL entre outros.
SR. F#1 30 Mai Assim, ocorre que 99,9% da imprensa mundial acabam por se submeter aos desmandos, desígnios e interesses hegemônicos de mundialização de meia dúzia de pessoas, literalmente. Desta forma, toda a informação sobre os fatos que acontecem nos países vizinhos da América Latina, no Oriente Médio, na África, na Ásia e, inclusive, nos grandes centros do capitalismo é viciada e parcializada por uma visão de mundo ultranacionalista, radical e etnocêntrica dos donos deste oligopólio da comunicação, que apenas objetiva moldar e conformar o globo às correntes de um sistema injusto e desigual para assegurar a manutenção de seus privilégios sobre as mentes de quase 7 bilhões de pessoas.
SR. F#1 30 Mai Graças a este oligopólio da informação, praticamente não importa a mídia local que o público utilize, pois todas se contentam somente em reproduzir a versão dos fatos de meia dúzia de privilegiados e da elite econômica, política, social e cultural de cinco países, que degradam a identidade, a espiritualidade, os ideais, os valores e os direitos de quase 7 bilhões de pessoas e de mais de 200 nações que são perenemente silenciadas pelo poder e pelo dinheiro. A partir desta estrutura gigantesca de comunicação, fica fácil manipular bilhões por falsas causas sociais, criando inúmeros motivos para justificar guerras, genocídios, golpes de estado e o roubo das riquezas naturais dos povos mais pobres como intervenção humanitária com o aval popular. Enquanto isto, as reivindicações das maiorias subjugadas aparecem retratadas em toda mídia como movimentos subversivos, escusos, irracionais, criminosos e desprovidos de sentido e motivo ou, quando não, como algo inexistente. Trata-se do novo imperialismo que governa o mundo através do estabelecimento de um falso consenso mundializado e homogeneizado que ignora a versão dos fatos de mais de 99,9% dos habitantes do globo.
SR. F#1 30 Mai Assim, o mundo inteiro idealiza a vida nos Estados Unidos, desconhecendo o alto índice de criminalidade gerada por uma tremenda insegurança social, na medida em que a população não possui a menor cobertura do estado norte-americano tanto na saúde como na educação, agravado pelo fato de mais de 30% viverem na pobreza. Enquanto isto, marginaliza-se governos preocupados em promover ações de melhorias sociais e se realiza caricaturas de líderes mundiais com posições antagônicas aos interesses dos donos do oligopólio da informação, a fim de se recriminar o nascimento e a difusão da diversidade ideológica e intelectual.
SR. F#1 30 Mai Por exemplo, recentemente, o New York Times publicou reportagem condenando a violência no Rio de Janeiro e relativizando as perdas no Iraque. O periódico norte-americano declarou que o número de mortos na cidade brasileira que representa seis vezes mais baixas do que teve o exército Ianque nesta ofensiva. Entretanto, esqueceu-se de contabilizar o número de vidas iraquianas extintas desde que começou o conflito, que, oficialmente, são seis vezes maiores do que o número de óbitos na cidade maravilhosa. Por quê? Porque convém a eles diminuir o impacto do caos gerado pelo senhor da guerra, Bush Jr..
SR. F#1 30 Mai Da mesma forma, uma série de reportagens, realizadas pela rede Bandeirantes de Televisão, soou ao cúmulo do absurdo quando eles enalteceram o excelente trabalho colombiano para conter e diminuir a criminalidade do país. Entretanto, eles esqueceram de citar que o estado colombiano governa apenas um terço do território nacional oficialmente, enquanto o restante é dividido entre os grupos paramilitares, traficantes, Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia e outras milícias populares locais. Contudo, na verdade, a realidade surge ainda pior, na medida em que o presidente Álvaro Uribe delegou o policiamento e ações militares sobre este um terço de nação às forças armadas norte-americanas há sete anos atrás. Além do que, a Colômbia continua a apresentar elevados índices de criminalidade, comparáveis aos de um país em guerra civil, como é seu caso. Porém, nada disto foi citado na reportagem, nem mesmo que o nosso vizinho é o campeão mundial de seqüestros e de narcotráfico. Estranho, não? Como a Colômbia pode ser considerada por alguém exemplo no combate ao crime?
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NOVO IMPERIALISMO É BASEADO NA DESINFORMAÇÃO
AGÊNCIA DE NOTÍCIAS MONOPOLIZAM DESINFORMAÇÃO GLOBAL
No mundo todo, existem bilhões de jornais, revistas, televisões, emissoras de rádio e sites jornalísticos. Contudo, isto não significa que haja bilhões de depoimentos sobre o que acontece no globo. Na verdade, esta imensa maioria se contenta apenas em reproduzir as versões parcializadas dos fatos propagados em todos os continentes por em média três agências de notícia internacional: a inglesa Reuters (em fusão com a canadense Thompson), a francesa France Press e a americana Associated Press. Além disto, existem alguns conglomerados midiáticos mundiais que também exercem ascensão sobre o que é noticiado no mundo, como os grupos Newscorp (dono do império FOX, de mídias na Europa, no continente americano e de quase toda forma de comunicação em massa na Austrália – propriedade do magnata das comunicações, Rupert Murdock, um amigo íntimo do presidente norte-americano, George Bush Jr.), BBC (estatal a serviço da monarquia britânica) e CNN-Time-Warner-Life-AOL entre outros.
SR. F#1 30 Mai Assim, ocorre que 99,9% da imprensa mundial acabam por se submeter aos desmandos, desígnios e interesses hegemônicos de mundialização de meia dúzia de pessoas, literalmente. Desta forma, toda a informação sobre os fatos que acontecem nos países vizinhos da América Latina, no Oriente Médio, na África, na Ásia e, inclusive, nos grandes centros do capitalismo é viciada e parcializada por uma visão de mundo ultranacionalista, radical e etnocêntrica dos donos deste oligopólio da comunicação, que apenas objetiva moldar e conformar o globo às correntes de um sistema injusto e desigual para assegurar a manutenção de seus privilégios sobre as mentes de quase 7 bilhões de pessoas.
SR. F#1 30 Mai Graças a este oligopólio da informação, praticamente não importa a mídia local que o público utilize, pois todas se contentam somente em reproduzir a versão dos fatos de meia dúzia de privilegiados e da elite econômica, política, social e cultural de cinco países, que degradam a identidade, a espiritualidade, os ideais, os valores e os direitos de quase 7 bilhões de pessoas e de mais de 200 nações que são perenemente silenciadas pelo poder e pelo dinheiro. A partir desta estrutura gigantesca de comunicação, fica fácil manipular bilhões por falsas causas sociais, criando inúmeros motivos para justificar guerras, genocídios, golpes de estado e o roubo das riquezas naturais dos povos mais pobres como intervenção humanitária com o aval popular. Enquanto isto, as reivindicações das maiorias subjugadas aparecem retratadas em toda mídia como movimentos subversivos, escusos, irracionais, criminosos e desprovidos de sentido e motivo ou, quando não, como algo inexistente. Trata-se do novo imperialismo que governa o mundo através do estabelecimento de um falso consenso mundializado e homogeneizado que ignora a versão dos fatos de mais de 99,9% dos habitantes do globo.
SR. F#1 30 Mai Assim, o mundo inteiro idealiza a vida nos Estados Unidos, desconhecendo o alto índice de criminalidade gerada por uma tremenda insegurança social, na medida em que a população não possui a menor cobertura do estado norte-americano tanto na saúde como na educação, agravado pelo fato de mais de 30% viverem na pobreza. Enquanto isto, marginaliza-se governos preocupados em promover ações de melhorias sociais e se realiza caricaturas de líderes mundiais com posições antagônicas aos interesses dos donos do oligopólio da informação, a fim de se recriminar o nascimento e a difusão da diversidade ideológica e intelectual.
SR. F#1 30 Mai Por exemplo, recentemente, o New York Times publicou reportagem condenando a violência no Rio de Janeiro e relativizando as perdas no Iraque. O periódico norte-americano declarou que o número de mortos na cidade brasileira que representa seis vezes mais baixas do que teve o exército Ianque nesta ofensiva. Entretanto, esqueceu-se de contabilizar o número de vidas iraquianas extintas desde que começou o conflito, que, oficialmente, são seis vezes maiores do que o número de óbitos na cidade maravilhosa. Por quê? Porque convém a eles diminuir o impacto do caos gerado pelo senhor da guerra, Bush Jr..
SR. F#1 30 Mai Da mesma forma, uma série de reportagens, realizadas pela rede Bandeirantes de Televisão, soou ao cúmulo do absurdo quando eles enalteceram o excelente trabalho colombiano para conter e diminuir a criminalidade do país. Entretanto, eles esqueceram de citar que o estado colombiano governa apenas um terço do território nacional oficialmente, enquanto o restante é dividido entre os grupos paramilitares, traficantes, Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia e outras milícias populares locais. Contudo, na verdade, a realidade surge ainda pior, na medida em que o presidente Álvaro Uribe delegou o policiamento e ações militares sobre este um terço de nação às forças armadas norte-americanas há sete anos atrás. Além do que, a Colômbia continua a apresentar elevados índices de criminalidade, comparáveis aos de um país em guerra civil, como é seu caso. Porém, nada disto foi citado na reportagem, nem mesmo que o nosso vizinho é o campeão mundial de seqüestros e de narcotráfico. Estranho, não? Como a Colômbia pode ser considerada por alguém exemplo no combate ao crime?
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